Apex-Brasil realiza ação de posicionamento de produtos brasileiros junto ao consumidor norte-america

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realizará uma ação de posicionamento de imagem dos produtos brasileiros de setores como moda e design junto ao consumidor norte-americano durante a campanha da rede de lojas de departamento norte-americana Macy’s, intitulada "Brasil: A Magical Journey", que terá início no dia 16 de maio.
17/04/2012 -

Apex-Brasil realiza ação de posicionamento de produtos brasileiros junto ao consumidor norte-americano

• Ação visa ao posicionamento do Brasil como fornecedor de produtos para os Estados Unidos e à consolidação de negócios para as empresas brasileiras


• Projeto foi divulgado em entrevista coletiva em São Paulo

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realizará uma ação de posicionamento de imagem dos produtos brasileiros de setores como moda e design junto ao consumidor norte-americano durante a campanha da rede de lojas de departamento norte-americana Macy’s, intitulada "Brasil: A Magical Journey", que terá início no dia 16 de maio. A Apex-Brasil desenvolveu a marca Be Brasil, que será apresentada ao público norte-americano neste projeto e continuará sendo usada em futuras ações de promoção comercial naquele país. A comunicação com o público será realizada por meio de atividades culturais, apresentando a música, as artes gráficas e visuais, o design e a gastronomia brasileira.


Os Estados Unidos são alvo de ações diversificadas de promoção de exportações e atração e investimentos da Apex-Brasil. O país é o maior importador mundial e o segundo maior parceiro comercial do Brasil. “Esta ação é importante para reforçar junto ao consumidor norte-americano a qualidade do produto brasileiro, que reúne atributos como alto grau de inovação, alta tecnologia e design diferenciado”, afirma o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges. “Nossos estudos de inteligência comercial identificam oportunidades de negócios nos Estados Unidos para empresas brasileiras de todos os segmentos apoiados pela Apex-Brasil”.


Neste projeto, 18 empresas dos setores de moda, beleza e economia criativa estão apresentando ao público dos Estados Unidos produtos diferenciados e de altíssima qualidade. “Utilizamos esta janela de oportunidade para ampliar a presença brasileira no mercado norte-americano, por meio da sensibilização desse consumidor, o que certamente abrirá espaço para novos negócios para essas empresas e também para outras que incluam o ingresso no mercado dos Estados Unidos em sua estratégia de exportação”, explica Borges.


“Estamos honrados em ter a Apex-Brasil como um de nossos principais parceiros neste tributo da Macy’s ao Brasil”, disse Martine Reardon, CMO da Macy’s. “A Apex-Brasil nos ajudou a desenvolver a estratégia para promover o Brasil em nossas 800 lojas de modo a refletir o dinamismo do Brasil moderno, trazendo mais profundidade e abrangência à campanha e dando acesso a recursos e talentos para garantir o máximo de autenticidade”.


Presença no mercado norte-americano
Desde 2005, a Apex-Brasil mantém um Centro de Negócios (CN) em Miami, para atendimento e apoio às empresas brasileiras. O CN oferece soluções em inteligência comercial, promoção de negócios e apoio à instalação local, com serviços voltados à identificação de oportunidades e ao suporte negocial para que as empresas brasileiras tenham êxito no mercado norte-americano.

O Projeto Fórmula Indy é um exemplo de ação inovadora de promoção de negócios realizada nos Estados Unidos. Desde 2009, a Apex-Brasil utiliza o ambiente das corridas da categoria mais importante do automobilismo norte-americano para promover encontros de negócios e ações de divulgação de produtos e serviços brasileiros. A geração de negócios para as empresas participantes vem crescendo a cada ano. Em 2009, o valor estimado ficou em US$ 340 milhões, número que passou para US$ 589 milhões em 2010 e US$ 897,6 milhões em 2011. O evento também tem contribuído para consolidar a imagem do Brasil como líder mundial na produção de energia limpa e renovável, por meio do fornecimento do etanol de cana-de-açúcar como combustível para todos os carros competidores nas temporadas de 2009, 2010 e 2011.

As ações de atração de investimentos estrangeiros diretos desenvolvidas pela Apex-Brasil nos Estados Unidos estão focadas nos setores de semicondutores, aeroespacial, energias renováveis, petróleo e gás e hotelaria e fundos de investimentos (real estate). O país concentra uma extensa rede de empresas inovadoras e sedes de empresas desses setores considerados estratégicos, e a Agência organiza eventos para formadores de opinião e investidores, nos quais apresenta as potencialidades do Brasil. Diversas empresas norte-americanas atendidas pela Apex-Brasil já concretizaram investimentos no Brasil, a exemplo da GE e da IBM, que estão implantando centros de pesquisa e desenvolvimento no país.


Mercado norte-americano

Os Estados Unidos são um grande mercado consumidor, não apenas pelo tamanho de sua população, que deve atingir 332 milhões de pessoas em 2015, como também pelo seu poder aquisitivo. O país é o maior importador mundial, tendo mantido essa posição mesmo durante o período de crise nos anos de 2008 e 2009. Em 2011, os Estados Unidos importaram do mundo mais de US$ 2,2 trilhões em mercadorias.

O mercado norte-americano foi, até 2008, o principal destino das exportações brasileiras. Nesse ano, essas exportações alcançaram US$ 27,4 bilhões e representaram 14% do total exportado pelo Brasil. Em 2009, o país foi superado pela China como principal destino das exportações brasileiras, situação que se repetiu nos anos de 2010 e 2011. Nesses anos, as importações dos Estados Unidos provenientes do Brasil corresponderam a US$ 21 bilhões, US$ 24 bilhões e US$ 31,3 bilhões, respectivamente.

O PIB dos Estados Unidos foi de US$ 15,1 trilhões em 2011, o que posiciona o país como a maior economia mundial. No mesmo ano, o PIB per capita do país correspondeu a US$ 48.147 (em paridade do poder de compra), configurando-se como o sétimo maior do mundo.


Corrente de comércio

Entre os anos de 2001 e 2011, o intercâmbio comercial brasileiro com os Estados Unidos apresentou uma trajetória ascendente, declinando apenas com a crise financeira internacional.

A corrente de comércio bilateral (exportações mais importações) nos anos de 2003 e 2008 apresentou um expressivo crescimento no fluxo de comércio bilateral, com uma expansão anual média de cerca de 15% ao ano, totalizando US$ 53 bilhões no último ano do período.

Após a crise financeira internacional, os fluxos comerciais entre os dois países se retraíram, em 2009, em quase um terço, totalizando US$ 35,6 bilhões. Esses fluxos voltaram a crescer em 2010, alcançando US$ 46,3 bilhões, e já superaram o período pré-crise de 2008, chegando a US$ 59,8 bilhões em 2011.


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